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BARLAVENTO

BARLAVENTO é um espetáculo com canções de várias épocas em português de várias latitudes. Uma viagem pelo tempo e pelo espaço que continua o percurso em conjunto de Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo no desenvolvimento de uma linguagem cénica multidisciplinar e universal, criada em projetos anteriores. BARLAVENTO desenrola-se à volta de uma máquina de cena, uma carroça-barco-habitação ao mesmo tempo cenário, tela e instrumento musical, onde habitam os três cantores-contadores.
Teatro / 3,00€ / 40M
Abr sáb 29 17H00
Pequeno Auditório

JOSHUA ABRAMS

Fazedor de uma música hipnótica de digestão lenta, Joshua Abrams apresenta-se no TMG em quarteto. Em 2015 foi seu um dos melhores álbuns do ano para a prestigiada revista Wire. No final da década de 90, Joshua Abrams já espalhava a sua música por várias formações de jazz ou por bandas de rock virando do avesso a cidade de Chicago. Foi nessa altura que uma viagem a Marrocos preparou o caminho para um pequeno terramoto no seu percurso musical. Contrabaixista e baixista habitual, Abrams já tinha ouvido a sonoridade do guimbri (uma espécie de alaúde-baixo de três cordas, instrumento fundamental da música gnawa), mas nunca tinha visto um exemplar à sua frente. Apaixonou-se pela sonoridade do instrumento e não mais o largou tornando a peça nuclear do projeto Natural Information Society, que Abrams fundou em 2010.
Música / 0,00€ / 60M
Mai qui 04 22H00
Café Concerto

WIM MERTENS "CRAN AUX OEUFS"

Dentro do fértil território Modern Classical, o compositor e cantor belga Wim Mertens é uma das maiores referências mundiais, um compositor que possui uma tão vasta quanto rica discografia, recheada de prémios, aplausos e distinções várias. Essa discografia prepara-se agora para ser dilatada com a edição de”Dust of Truths”, parte final de uma trilogia, “Cran aux Oeufs”. Wim Mertens, que já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior, apresenta agora um novo espetáculo que tem merecido os mais veementes aplausos nas melhores salas europeias, do norte da América no Japão e Rússia. A original técnica pianística de Mertens, feita de harmonizações e padrões melódicos minimalistas, e as suas belas vocalizações, granjearam ao compositor belga o estatuto de artista de culto, admirado tanto pelo público mais erudito como pelo público mais jovem e ligado à pop.
Música / 10,00€ / 70M
Mai sex 05 21H30
Grande Auditório

OSSO

"... história literalmente no osso, sem corpos nem paisagem, todo o aparato da escrita reduzido ao palco de uma cela onde se digladiam duas vozes. Trata-se de uma espécie de teatro mental, por onde passam algumas das maiores tensões e angústias do nosso tempo: a retórica do medo, a intolerância, os abusos cometidos em nome da democracia, a incapacidade de compreender o outro, de respeitar quem não pensa como nós. Zink não faz do duelo entre os dois homens mero veículo para um qualquer discurso político. Em vez disso, e com muito mais eficácia, descontrai ideias feitas sobre a ameaça do fanatismo religioso e o seu reverso (a paranóia securitária) mostrando-nos como as relações de poder se podem dissolver no próprio absurdo que as sustém." (José Mário Silva)
Teatro / 5,00€ / 80M
Mai qua 10 21H30
Pequeno Auditório
Mai qui 11 21H30
Pequeno Auditório
Mai sex 12 21H30
Pequeno Auditório
Mai sáb 13 21H30
Pequeno Auditório

CONCERTO DIDÁTICO

Na continuidade dos concertos de demonstração de instrumentos decorridos ao longo do 3º período nas escolas do 1º ciclo, o Conservatório de Música de S. José da Guarda apresenta um concerto onde os alunos terão oportunidade de conhecer cada um dos instrumentos musicais através da história "O Segredo da Floresta" de Margarida Fonseca Santos.
Música / 0,00€ / 60M
Mai ter 16 14H30
Grande Auditório

P.H.M.A.

Mulheres, casadas, solteiras, viúvas, adolescentes, de 20, 30, 40 anos, com noivo, sem noivo são as personagens que esta peça retrata. Vivem rodeadas de pressões no trabalho, pequenas tragedias domésticas, dietas tirânicas, incompreensão masculina, reclamações vindas de todos os lados e uma infinidade de outras escravidões da vida quotidiana. As preocupações apresentadas estão próximas da problemática psicológica e vital de qualquer mulher contemporânea, onde se propõe uma “olhadela” desinibida sobre o mundo feminino. Será que esta peça demonstra a solução para todos os temas inquietantes apresentados? Não! Nem a psicanálise, nem o Tarot, nem a meditação transcendental dão – lhes vantagem….P.H.M.A. talvez…. Esta peça é o resultado final do Atelier de Expressão Dramática, formação de longa duração, que o Aquilo Teatro produz pelo décimo ano consecutivo.
Teatro / 2,00€ / 50M
Mai qui 18 21H30
Pequeno Auditório
Mai sex 19 21H30
Pequeno Auditório

RITA REDSHOES

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projetos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área. Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda. Em 2016, depois de "Golden Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio. O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros. Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins.
Música / 10,00€ / 75M
Mai sáb 20 21H30
Grande Auditório

NO ESCURO DO CINEMA DESCALÇO OS SAPATOS

A Companhia Nacional de Bailado de Portugal comemora quatro décadas de existência. Na sua génese está a interpretação dos grandes clássicos e o acolhimento permanente de criações contemporâneas. O quotidiano é rigoroso para bailarinos, coreógrafos, músicos, ensaiadores, costureiras, técnicos de luz, som e toda uma vasta equipa que permite que a dança percorra as salas de ensaio e se alongue pelos corredores até chegar ao palco. Este filme acompanha não só as criações e estreias da companhia mas sobretudo o trabalho silencioso e estrutural de cada bailarino. Cláudia Varejão não é uma novata no campo do teatro e da dança, tendo já inúmeras vezes filmado estas artes de palco.
Cinema / 0,00€ / 104M
Mai seg 22 21H30
Pequeno Auditório

OS JOGOS DAS TERRAS FRIAS - JOGOS TRADICIONAIS - ESPANHA

Os Homens e os Jogos - Os Jogos das Terras Frias, de Noronha Feio Portugal, 1978, 27’, M/6, Documentário Nos finais dos anos setenta o tempo era de agitar consciências e de promover as raízes culturais de um país até aí fechado sobre si mesmo a olhar para a sombra de um império que já o não era. Foi nesse contexto que Noronha Feio, em boa hora, desenvolveu este projeto de grande fôlego e que hoje constitui documento imprescindível para aqueles que se queiram debruçar sobre a temática das tradições lúdicas em Portugal durante o século passado. No distrito da Guarda o programa contou com a colaboração da então Associação Distrital de Jogos Tradicionais e do Lazer do Distrito da Guarda. Documentário sobre os Jogos Tradicionais em Espanha S/título, de Jorge Rioboo, 1975, 30’. Registo documental sobre os Jogos Tradicionais em Espanha, com testemunhos de figuras importantes da sociedade espanhola: Carmen de la Maza, Manuel Toharia, José Luis Garci, Manuel Summers e Paloma San Basílio. Primeira exibição ao público. Tertúlia no final da sessão a cargo de Norberto Gonçalves e Henrique Martins (AJTG) e Carlos de la Villa Porras (Associación Cultural La Tanguilla de Aranda de Duero)
Cinema / 3,00€ / 57M
Mai qua 24 21H30
Pequeno Auditório

ONDE AS OLIVEIRAS CRESCEM , OS HOMENS NÃO MORREM

"Há Festa no Campo" é um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas promovido pelas associações EcoGerminar e Terceira Pessoa, com parceria da Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) e União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo. O projeto pretende encontrar propostas de dinamização cultural e social para a União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo, em conjunto com a população e associações locais. Valorizar o património material e imaterial das aldeias como oportunidade de afirmação e desenvolvimento é o desafio abraçado pela equipa de projeto. Este filme testemunha uma história de crença de que a arte pode desempenhar um papel ativo na sociedade. Foi essa história que encontrámos em quatro aldeias do interior de Portugal - Barbaído, Chão da Vã, Freixial do Campo e Juncal do Campo - onde existe um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas: o “Há Festa no Campo/Aldeias Artísticas”. Documenta-se assim o desenvolvimento deste projeto, dando corpo a uma experiência comunitária e tornando possível a replicação da mesma noutros territórios. No final haverá uma conversa sobre a temática do documentário com a presença dos responsáveis do projeto e do filme.
Cinema / 0,00€ / 65M
Mai qua 31 21H30
Pequeno Auditório

LUÍSA SOBRAL

Luísa Sobral é uma das mais relevantes cantoras pop da nova geração. “Luísa” é o quarto álbum de originais de Luísa Sobral, editado em 2016 e agora apresentado ao vivo. Neste disco estreitam-se a cumplicidade e os laços afetivos com quem ouve, em novas canções e letras tocantes, que a colocam num novo patamar de maturidade criativa: ainda mais segura, exigente, autêntica e espontânea. Foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Radiohead ou U2. Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de 3 Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Beck ou Madonna. Foram sobretudo os espetáculos e as participações televisivas especiais, como a que assegurou no programa de Jools Holland, na BBC, que impulsionaram o seu percurso dentro e além-fronteiras. Espanha, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Marrocos, China, Zimbabwe e África do Sul já figuram entre as suas escalas. Em 2017, Luísa Sobral volta a percorrer o país, agora com novas canções. Em palco, está em casa. E tem a amabilidade generosa de nos convidar a visitá-la. E de nos fazer sentir em casa.
Música / 10,00€ / 75M
Jun sáb 17 21H30
Grande Auditório

LUCA SESTAK DUO

O talentoso pianista alemão Luca Sestak tem apenas 22 anos mas já conta com 10 anos de percurso musical. Aprendeu a tocar piano aos 8 anos e desde os 11 que toca em público. Começou por aprender reportório clássico mas rapidamente se interessou pelo jazz e blues, ao ponto de ter ganho vários prémios internacionais de interpretação destes estilos, com destaque para o “Summerjazz Prize” atribuído pelo festival de Pinneberg e o “German Boogie Woogie Award”. Toca regularmente nos melhores festivais de jazz e blues da Europa e EUA, encantando o público com o seu estilo musical enérgico e festivo. Editou dois discos de originais mas Sestak também faz furor interpretando clássicos do Boogie Woogie. Ao vivo toca piano, canta e faz-se acompanhar pelo também jovem e talentoso baterista Johannes Niklas, que fornece o contraponto rítmico ao virtuosismo pianístico de Luca Sestak. O pianista alemão tornou-se num fenómeno popular na internet com 16 milhões de visionamentos dos seus vídeos no Youtube. Eis, portanto, um fecho com chave de ouro do ciclo Guarda in Jazz de um músico que se apresenta pela primeira vez em Portugal.
Música / 5,00€ / 75M
Jul sáb 15 21H30
Pequeno Auditório

Teatro Municipal da Guarda Municipio da Guarda
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