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SANCHO PANÇA, GOVERNADOR DA ILHA DOS LAGARTOS, DE ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA, PELA OFICINA DE TEATRO DO ESTABELECIMENTO PRISIONAL DA GUARDA

Ao longo de vários meses, os participantes da Oficina de Teatro do Estabelecimento Prisional da Guarda prepararam o entremez de António José da Silva (1705-1739), retirado da obra “Vida do grande D. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança” (1733), no âmbito de um protocolo de colaboração entre a Câmara da Guarda, através da BMEL, e o Estabelecimento Prisional da Guarda. António José da Silva, escritor e dramaturgo português, nasceu em 1705 no Rio de Janeiro e morreu em Lisboa em 1739. Proveniente de uma família cristã-nova que se refugiara no Brasil, veio para Portugal com toda a família. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi preso com a mulher em 1737, ambos acusados de atividades judaizantes pela Inquisição. Foi executado em 1739 num auto de fé. Escreveu o conjunto da sua obra em Portugal entre 1725 e 1739 e é hoje considerado um dos maiores dramaturgos portugueses de todos os tempos.
Teatro / 0,00€ / 50M
Abr sex 07 18H00
Pequeno Auditório
Abr sex 07 21H30
Pequeno Auditório

EM ABRIL, CANÇÕES MIL

Existe um vasto e rico reportório musical associado ao pré e pós 25 de abril. A música foi nesse tempo mensagem de liberdade, de intervenção social e de esperança. Este espetáculo musical, intitulado “Em Abril, Canções Mil, destinado a assinalar a revolução de 25 de abril de 1974, pretende evocar as melhores canções deste período, festejando a liberdade e a democracia, juntos, a cantar. Trata-se de um projeto conjunto de cinco coletividades do concelho da Guarda, sendo o projeto liderado pela Associação Cultural Social e Recreativa da Sequeira e com direção musical de César Prata.
Música / 5,00€ / 90M
Abr sáb 08 21H30
Grande Auditório

CONCERTO SINFÓNICO

Concerto final do estágio de Orquestra Sinfónica constituída por alunos da EPABI e dos Conservatórios de Música da Covilhã, Castelo Branco e Guarda sob a orientação do Maestro José Eduardo Gomes (na imagem), tendo como solista no violino o albicastrense João Mendes. Estes jovens alunos apresentam um programa ambicioso constituído por uma das mais emblemáticas sinfonias do repertório orquestral, a "Sinfonia Novo Mundo" de Antonin Dvorak. Para além da obra de Dvorak, será também interpretada música portuguesa Abertura Sinfónica n.º 3 de Joly Braga Santos, e a obra "Poème" para violino solo de Ernest Chausson".
Música / 0,00€ / 60M
Abr ter 11 21H30
Grande Auditório

GUITARDEÃO

Naturais de Celorico da Beira, o projeto Guitardeão apresenta no Café Concerto do TMG o seu álbum de estreia, "Reino de Apolo". Guitardeão produz uma música que deambula em diversas fronteiras musicais onde absorveu influências. Contudo, assume uma identidade muito própria que se traduz num exercício delicado quando se quer catalogar num qualquer género. Guitardeão é um lugar onde a música não se ofusca com as palavras. Precisa delas, mas também as faz descansar com “interlúdios” arrojados ou improvisação descomprometida. A percussão visita-o com frequência, mas não é presença obrigatória. Fazer pensar, abrir caminhos, reinos melhores para o mundo são lemas incondicionais. A música é essencialmente acústica com a variante do baixo que pode ou não ser elétrico. Guitardeão é um projeto que se pode inserir na World Music, uma vez que bebe influências de vários estilos musicais, desde o Jazz, à música Clássica, Bossa Nova, Fado, numa fusão de estilos que resulta na originalidade do grupo.
Música / 0,00€ / 60M
Abr qui 13 22H00
Café Concerto

EU, DANIEL BLAKE

Diagnosticado com um grave problema de coração, Daniel Blake, um viúvo de 59 anos, tem indicação médica para deixar de trabalhar. Mas quando tenta receber os benefícios do Estado que lhe concedam uma forma de subsistência, vê-se enredado numa burocracia injusta e constrangedora. Apesar do esforço em encontrar um modo de provar a sua incapacidade, parece que ninguém está interessado em admiti-la. Durante uma espera numa repartição da Segurança Social conhece Katie, uma mãe solteira de duas crianças a precisar de ajuda urgente, que se mudou recentemente para Newcastle (Inglaterra). Daniel e Katie, dois estranhos cujas voltas da vida os deixaram sem forma de sustento, vêem-se assim obrigados a aceitar ajuda do banco alimentar. E é no meio do desespero que se tornam a única esperança um do outro… Palma de Ouro na Edição de 2016 do Festival de Cinema de Cannes.
Cinema / 3,00€ / 100M
Abr ter 18 21H30
Pequeno Auditório

CANTOS DA QUARESMA

A Quaresma representou na tradição musical portuguesa um período de sublimação. Saídos da folia do Entrudo seguiam-se quarenta dias de abstinência e reflexão. Ausentes os bailes, calados os instrumentos musicais e até o toque dos sinos, passava a viver-se uma religiosidade profunda, geradora de formatos musicais essencialmente vocais, pungentes e profundamente belos: encomendações das almas, martírios, loas, alvíssaras. “Cantos da Quaresma” faz de tal repertório motivo de espetáculo e junta no palco o Grupo de Cantares da Faia, César Prata e Sara Vidal.
Música / 5,00€ / 60M
Abr qua 19 21H30
Pequeno Auditório

OS CANTAUTORES

Uma década depois, Luís Fernandes e Miguel Calhaz retomam a parceria musical que uniu as suas vozes em “Os CantAutores”, o espetáculo da D’Orfeu que, nos primeiros anos deste século, circulou por todo o país e resultou num disco de referência homónimo. Parte da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e José Mário Branco vai voltar a subir aos palcos nacionais, agora em quinteto. A genialidade de uma certa música de intervenção, cuja atualidade não se perdeu, muito menos deixou de despertar intenso fascínio às novas gerações de público. Trata-se de música marcante na história das últimas décadas do país, um Portugal cantado nos discos e na obra destes quatro cantautores. O tributo continua e não pode deixar de ser prestado.
Música / 5,00€ / 60M
Abr sáb 22 21H30
Pequeno Auditório

MOURA - ANA MOURA [ESGOTADO]

Que melhor forma de assinalar o 12º aniversário do Teatro Municipal da Guarda do que com a voz emotiva e pujante da Ana Moura? Considerada uma das mais prestigiadas vozes do fado (e não só) do panorama musical nacional, com forte projeção internacional, Ana Moura é a expressão definitiva da arte de estar num palco em toda a sua plenitude: com total entrega, com total amor pelo seu público, com total despojamento próprio de uma cantora humilde e de inquestionável qualidade artística. Ana Moura é uma das atuais divas do fado português, trazendo uma nova visão deste estilo musical, modernizando-o e conquistando fãs de todos os quadrantes. Neste concerto a fadista, tendo já colaborado com grandes nomes como Mick Jagger (Rolling Stones) ou Prince, irá apresentar o seu mais recente álbum, “Moura”, disco de grande sucesso e aceitação junto da crítica e do público. Neste dia especial em que se comemoram 12 anos do TMG, Ana Moura sobe duas vezes ao palco do Grande Auditório para dar a ouvir o seu mais recente álbum, “Moura”, o qual foi produzido por Larry Klein (vencedor de 4 Grammys), com quem já havia trabalhado no anterior álbum "Desfado" que atingiu a marca de quíntupla Platina. Duas noites certamente inesquecíveis, portanto.
Música / 10,00€ / 75M
Abr ter 25 21H30
Grande Auditório
Abr qua 26 21H30
Grande Auditório

LES SAINT ARMAND

Os Les Saint Armand são uma banda formada no Porto, em 2007. Têm nome francês, mas compõem, escrevem e cantam em português. Assim celebram a vida. A sua música tem o carácter da música acústica, do folk e da canção de autor (coral), sendo reconhecida pela importância atribuída à palavra nas suas letras e pelas harmonias. É sempre difícil tentar atribuir-lhes um género específico no panorama musical português atual, dadas as inúmeras influencias transversais (jazz, rock, pop, bossa nova) presentes nas suas músicas. Os seus concertos têm uma aura jovem e empática com os mais diversos tipos de públicos, associada ao facto de vários dos elementos serem atores profissionais, enquanto outros provêm do jazz. Lançaram o seu primeiro EP oficial - "Nó" - a 5 de Novembro de 2016 numa edição de autor. Nomeado em duas listas de melhor EP/Single 2016, o single "Nó" esteve em 1º lugar no top da RUM durante várias semanas consecutivas. Foram ainda patenteados pela Time Out - Porto como um dos projetos a seguir em 2017 e preparam novo álbum de longa-duração para o início de 2018.
Música / 0,00€ / 60M
Abr qui 27 22H00
Café Concerto

BARLAVENTO

BARLAVENTO é um espetáculo com canções de várias épocas em português de várias latitudes. Uma viagem pelo tempo e pelo espaço que continua o percurso em conjunto de Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo no desenvolvimento de uma linguagem cénica multidisciplinar e universal, criada em projetos anteriores. BARLAVENTO desenrola-se à volta de uma máquina de cena, uma carroça-barco-habitação ao mesmo tempo cenário, tela e instrumento musical, onde habitam os três cantores-contadores.
Teatro / 3,00€ / 40M
Abr sáb 29 17H00
Pequeno Auditório

JOSHUA ABRAMS

Fazedor de uma música hipnótica de digestão lenta, Joshua Abrams apresenta-se no TMG em quarteto. Em 2015 foi seu um dos melhores álbuns do ano para a prestigiada revista Wire. No final da década de 90, Joshua Abrams já espalhava a sua música por várias formações de jazz ou por bandas de rock virando do avesso a cidade de Chicago. Foi nessa altura que uma viagem a Marrocos preparou o caminho para um pequeno terramoto no seu percurso musical. Contrabaixista e baixista habitual, Abrams já tinha ouvido a sonoridade do guimbri (uma espécie de alaúde-baixo de três cordas, instrumento fundamental da música gnawa), mas nunca tinha visto um exemplar à sua frente. Apaixonou-se pela sonoridade do instrumento e não mais o largou tornando a peça nuclear do projeto Natural Information Society, que Abrams fundou em 2010.
Música / 0,00€ / 60M
Mai qui 04 22H00
Café Concerto

WIM MERTENS "CRAN AUX OEUFS"

Dentro do fértil território Modern Classical, o compositor e cantor belga Wim Mertens é uma das maiores referências mundiais, um compositor que possui uma tão vasta quanto rica discografia, recheada de prémios, aplausos e distinções várias. Essa discografia prepara-se agora para ser dilatada com a edição de”Dust of Truths”, parte final de uma trilogia, “Cran aux Oeufs”. Wim Mertens, que já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior, apresenta agora um novo espetáculo que tem merecido os mais veementes aplausos nas melhores salas europeias, do norte da América no Japão e Rússia. A original técnica pianística de Mertens, feita de harmonizações e padrões melódicos minimalistas, e as suas belas vocalizações, granjearam ao compositor belga o estatuto de artista de culto, admirado tanto pelo público mais erudito como pelo público mais jovem e ligado à pop.
Música / 10,00€ / 70M
Mai sex 05 21H30
Grande Auditório

OSSO

"... história literalmente no osso, sem corpos nem paisagem, todo o aparato da escrita reduzido ao palco de uma cela onde se digladiam duas vozes. Trata-se de uma espécie de teatro mental, por onde passam algumas das maiores tensões e angústias do nosso tempo: a retórica do medo, a intolerância, os abusos cometidos em nome da democracia, a incapacidade de compreender o outro, de respeitar quem não pensa como nós. Zink não faz do duelo entre os dois homens mero veículo para um qualquer discurso político. Em vez disso, e com muito mais eficácia, descontrai ideias feitas sobre a ameaça do fanatismo religioso e o seu reverso (a paranóia securitária) mostrando-nos como as relações de poder se podem dissolver no próprio absurdo que as sustém." (José Mário Silva)
Teatro / 5,00€ / 80M
Mai qua 10 21H30
Pequeno Auditório
Mai qui 11 21H30
Pequeno Auditório
Mai sex 12 21H30
Pequeno Auditório
Mai sáb 13 21H30
Pequeno Auditório

CONCERTO DIDÁTICO

Na continuidade dos concertos de demonstração de instrumentos decorridos ao longo do 3º período nas escolas do 1º ciclo, o Conservatório de Música de S. José da Guarda apresenta um concerto onde os alunos terão oportunidade de conhecer cada um dos instrumentos musicais através da história "O Segredo da Floresta" de Margarida Fonseca Santos.
Música / 0,00€ / 60M
Mai ter 16 14H30
Grande Auditório

P.H.M.A.

Mulheres, casadas, solteiras, viúvas, adolescentes, de 20, 30, 40 anos, com noivo, sem noivo são as personagens que esta peça retrata. Vivem rodeadas de pressões no trabalho, pequenas tragedias domésticas, dietas tirânicas, incompreensão masculina, reclamações vindas de todos os lados e uma infinidade de outras escravidões da vida quotidiana. As preocupações apresentadas estão próximas da problemática psicológica e vital de qualquer mulher contemporânea, onde se propõe uma “olhadela” desinibida sobre o mundo feminino. Será que esta peça demonstra a solução para todos os temas inquietantes apresentados? Não! Nem a psicanálise, nem o Tarot, nem a meditação transcendental dão – lhes vantagem….P.H.M.A. talvez…. Esta peça é o resultado final do Atelier de Expressão Dramática, formação de longa duração, que o Aquilo Teatro produz pelo décimo ano consecutivo.
Teatro / 2,00€ / 50M
Mai qui 18 21H30
Pequeno Auditório
Mai sex 19 21H30
Pequeno Auditório

RITA REDSHOES

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projetos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área. Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda. Em 2016, depois de "Golden Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio. O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros. Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins.
Música / 10,00€ / 75M
Mai sáb 20 21H30
Grande Auditório

NO ESCURO DO CINEMA DESCALÇO OS SAPATOS

A Companhia Nacional de Bailado de Portugal comemora quatro décadas de existência. Na sua génese está a interpretação dos grandes clássicos e o acolhimento permanente de criações contemporâneas. O quotidiano é rigoroso para bailarinos, coreógrafos, músicos, ensaiadores, costureiras, técnicos de luz, som e toda uma vasta equipa que permite que a dança percorra as salas de ensaio e se alongue pelos corredores até chegar ao palco. Este filme acompanha não só as criações e estreias da companhia mas sobretudo o trabalho silencioso e estrutural de cada bailarino. Cláudia Varejão não é uma novata no campo do teatro e da dança, tendo já inúmeras vezes filmado estas artes de palco.
Cinema / 0,00€ / 104M
Mai seg 22 21H30
Pequeno Auditório

OS JOGOS DAS TERRAS FRIAS - JOGOS TRADICIONAIS - ESPANHA

Os Homens e os Jogos - Os Jogos das Terras Frias, de Noronha Feio Portugal, 1978, 27’, M/6, Documentário Nos finais dos anos setenta o tempo era de agitar consciências e de promover as raízes culturais de um país até aí fechado sobre si mesmo a olhar para a sombra de um império que já o não era. Foi nesse contexto que Noronha Feio, em boa hora, desenvolveu este projeto de grande fôlego e que hoje constitui documento imprescindível para aqueles que se queiram debruçar sobre a temática das tradições lúdicas em Portugal durante o século passado. No distrito da Guarda o programa contou com a colaboração da então Associação Distrital de Jogos Tradicionais e do Lazer do Distrito da Guarda. Documentário sobre os Jogos Tradicionais em Espanha S/título, de Jorge Rioboo, 1975, 30’. Registo documental sobre os Jogos Tradicionais em Espanha, com testemunhos de figuras importantes da sociedade espanhola: Carmen de la Maza, Manuel Toharia, José Luis Garci, Manuel Summers e Paloma San Basílio. Primeira exibição ao público. Tertúlia no final da sessão a cargo de Norberto Gonçalves e Henrique Martins (AJTG) e Carlos de la Villa Porras (Associación Cultural La Tanguilla de Aranda de Duero)
Cinema / 3,00€ / 57M
Mai qua 24 21H30
Pequeno Auditório

ONDE AS OLIVEIRAS CRESCEM , OS HOMENS NÃO MORREM

"Há Festa no Campo" é um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas promovido pelas associações EcoGerminar e Terceira Pessoa, com parceria da Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA) e União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo. O projeto pretende encontrar propostas de dinamização cultural e social para a União das Freguesias do Freixial e Juncal do Campo, em conjunto com a população e associações locais. Valorizar o património material e imaterial das aldeias como oportunidade de afirmação e desenvolvimento é o desafio abraçado pela equipa de projeto. Este filme testemunha uma história de crença de que a arte pode desempenhar um papel ativo na sociedade. Foi essa história que encontrámos em quatro aldeias do interior de Portugal - Barbaído, Chão da Vã, Freixial do Campo e Juncal do Campo - onde existe um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas: o “Há Festa no Campo/Aldeias Artísticas”. Documenta-se assim o desenvolvimento deste projeto, dando corpo a uma experiência comunitária e tornando possível a replicação da mesma noutros territórios. No final haverá uma conversa sobre a temática do documentário com a presença dos responsáveis do projeto e do filme.
Cinema / 0,00€ / 65M
Mai qua 31 21H30
Pequeno Auditório

LUÍSA SOBRAL

Luísa Sobral é uma das mais relevantes cantoras pop da nova geração. “Luísa” é o quarto álbum de originais de Luísa Sobral, editado em 2016 e agora apresentado ao vivo. Neste disco estreitam-se a cumplicidade e os laços afetivos com quem ouve, em novas canções e letras tocantes, que a colocam num novo patamar de maturidade criativa: ainda mais segura, exigente, autêntica e espontânea. Foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Radiohead ou U2. Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de 3 Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Beck ou Madonna. Foram sobretudo os espetáculos e as participações televisivas especiais, como a que assegurou no programa de Jools Holland, na BBC, que impulsionaram o seu percurso dentro e além-fronteiras. Espanha, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Marrocos, China, Zimbabwe e África do Sul já figuram entre as suas escalas. Em 2017, Luísa Sobral volta a percorrer o país, agora com novas canções. Em palco, está em casa. E tem a amabilidade generosa de nos convidar a visitá-la. E de nos fazer sentir em casa.
Música / 10,00€ / 75M
Jun sáb 17 21H30
Grande Auditório

LUCA SESTAK DUO

O talentoso pianista alemão Luca Sestak tem apenas 22 anos mas já conta com 10 anos de percurso musical. Aprendeu a tocar piano aos 8 anos e desde os 11 que toca em público. Começou por aprender reportório clássico mas rapidamente se interessou pelo jazz e blues, ao ponto de ter ganho vários prémios internacionais de interpretação destes estilos, com destaque para o “Summerjazz Prize” atribuído pelo festival de Pinneberg e o “German Boogie Woogie Award”. Toca regularmente nos melhores festivais de jazz e blues da Europa e EUA, encantando o público com o seu estilo musical enérgico e festivo. Editou dois discos de originais mas Sestak também faz furor interpretando clássicos do Boogie Woogie. Ao vivo toca piano, canta e faz-se acompanhar pelo também jovem e talentoso baterista Johannes Niklas, que fornece o contraponto rítmico ao virtuosismo pianístico de Luca Sestak. O pianista alemão tornou-se num fenómeno popular na internet com 16 milhões de visionamentos dos seus vídeos no Youtube. Eis, portanto, um fecho com chave de ouro do ciclo Guarda in Jazz de um músico que se apresenta pela primeira vez em Portugal.
Música / 5,00€ / 75M
Jul sáb 15 21H30
Pequeno Auditório

Teatro Municipal da Guarda Municipio da Guarda
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