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EM ABRIL, CANÇÕES MIL

Existe um vasto e rico reportório musical associado ao pré e pós 25 de abril. A música foi nesse tempo mensagem de liberdade, de intervenção social e de esperança. Este espetáculo musical, intitulado “Em Abril, Canções Mil, destinado a assinalar a revolução de 25 de abril de 1974, pretende evocar as melhores canções deste período, festejando a liberdade e a democracia, juntos, a cantar. Trata-se de um projeto conjunto de cinco coletividades do concelho da Guarda, sendo o projeto liderado pela Associação Cultural Social e Recreativa da Sequeira e com direção musical de César Prata.
Música / 5,00€ / 90M
Abr sáb 08 21H30
Grande Auditório

CONCERTO SINFÓNICO

Concerto final do estágio de Orquestra Sinfónica constituída por alunos da EPABI e dos Conservatórios de Música da Covilhã, Castelo Branco e Guarda sob a orientação do Maestro José Eduardo Gomes (na imagem), tendo como solista no violino o albicastrense João Mendes. Estes jovens alunos apresentam um programa ambicioso constituído por uma das mais emblemáticas sinfonias do repertório orquestral, a "Sinfonia Novo Mundo" de Antonin Dvorak. Para além da obra de Dvorak, será também interpretada música portuguesa Abertura Sinfónica n.º 3 de Joly Braga Santos, e a obra "Poème" para violino solo de Ernest Chausson".
Música / 0,00€ / 60M
Abr ter 11 21H30
Grande Auditório

GUITARDEÃO

Naturais de Celorico da Beira, o projeto Guitardeão apresenta no Café Concerto do TMG o seu álbum de estreia, "Reino de Apolo". Guitardeão produz uma música que deambula em diversas fronteiras musicais onde absorveu influências. Contudo, assume uma identidade muito própria que se traduz num exercício delicado quando se quer catalogar num qualquer género. Guitardeão é um lugar onde a música não se ofusca com as palavras. Precisa delas, mas também as faz descansar com “interlúdios” arrojados ou improvisação descomprometida. A percussão visita-o com frequência, mas não é presença obrigatória. Fazer pensar, abrir caminhos, reinos melhores para o mundo são lemas incondicionais. A música é essencialmente acústica com a variante do baixo que pode ou não ser elétrico. Guitardeão é um projeto que se pode inserir na World Music, uma vez que bebe influências de vários estilos musicais, desde o Jazz, à música Clássica, Bossa Nova, Fado, numa fusão de estilos que resulta na originalidade do grupo.
Música / 0,00€ / 60M
Abr qui 13 22H00
Café Concerto

CANTOS DA QUARESMA

A Quaresma representou na tradição musical portuguesa um período de sublimação. Saídos da folia do Entrudo seguiam-se quarenta dias de abstinência e reflexão. Ausentes os bailes, calados os instrumentos musicais e até o toque dos sinos, passava a viver-se uma religiosidade profunda, geradora de formatos musicais essencialmente vocais, pungentes e profundamente belos: encomendações das almas, martírios, loas, alvíssaras. “Cantos da Quaresma” faz de tal repertório motivo de espetáculo e junta no palco o Grupo de Cantares da Faia, César Prata e Sara Vidal.
Música / 5,00€ / 60M
Abr qua 19 21H30
Pequeno Auditório

OS CANTAUTORES

Uma década depois, Luís Fernandes e Miguel Calhaz retomam a parceria musical que uniu as suas vozes em “Os CantAutores”, o espetáculo da D’Orfeu que, nos primeiros anos deste século, circulou por todo o país e resultou num disco de referência homónimo. Parte da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e José Mário Branco vai voltar a subir aos palcos nacionais, agora em quinteto. A genialidade de uma certa música de intervenção, cuja atualidade não se perdeu, muito menos deixou de despertar intenso fascínio às novas gerações de público. Trata-se de música marcante na história das últimas décadas do país, um Portugal cantado nos discos e na obra destes quatro cantautores. O tributo continua e não pode deixar de ser prestado.
Música / 5,00€ / 60M
Abr sáb 22 21H30
Pequeno Auditório

MOURA - ANA MOURA [ESGOTADO]

Que melhor forma de assinalar o 12º aniversário do Teatro Municipal da Guarda do que com a voz emotiva e pujante da Ana Moura? Considerada uma das mais prestigiadas vozes do fado (e não só) do panorama musical nacional, com forte projeção internacional, Ana Moura é a expressão definitiva da arte de estar num palco em toda a sua plenitude: com total entrega, com total amor pelo seu público, com total despojamento próprio de uma cantora humilde e de inquestionável qualidade artística. Ana Moura é uma das atuais divas do fado português, trazendo uma nova visão deste estilo musical, modernizando-o e conquistando fãs de todos os quadrantes. Neste concerto a fadista, tendo já colaborado com grandes nomes como Mick Jagger (Rolling Stones) ou Prince, irá apresentar o seu mais recente álbum, “Moura”, disco de grande sucesso e aceitação junto da crítica e do público. Neste dia especial em que se comemoram 12 anos do TMG, Ana Moura sobe duas vezes ao palco do Grande Auditório para dar a ouvir o seu mais recente álbum, “Moura”, o qual foi produzido por Larry Klein (vencedor de 4 Grammys), com quem já havia trabalhado no anterior álbum "Desfado" que atingiu a marca de quíntupla Platina. Duas noites certamente inesquecíveis, portanto.
Música / 10,00€ / 75M
Abr ter 25 21H30
Grande Auditório
Abr qua 26 21H30
Grande Auditório

LES SAINT ARMAND

Os Les Saint Armand são uma banda formada no Porto, em 2007. Têm nome francês, mas compõem, escrevem e cantam em português. Assim celebram a vida. A sua música tem o carácter da música acústica, do folk e da canção de autor (coral), sendo reconhecida pela importância atribuída à palavra nas suas letras e pelas harmonias. É sempre difícil tentar atribuir-lhes um género específico no panorama musical português atual, dadas as inúmeras influencias transversais (jazz, rock, pop, bossa nova) presentes nas suas músicas. Os seus concertos têm uma aura jovem e empática com os mais diversos tipos de públicos, associada ao facto de vários dos elementos serem atores profissionais, enquanto outros provêm do jazz. Lançaram o seu primeiro EP oficial - "Nó" - a 5 de Novembro de 2016 numa edição de autor. Nomeado em duas listas de melhor EP/Single 2016, o single "Nó" esteve em 1º lugar no top da RUM durante várias semanas consecutivas. Foram ainda patenteados pela Time Out - Porto como um dos projetos a seguir em 2017 e preparam novo álbum de longa-duração para o início de 2018.
Música / 0,00€ / 60M
Abr qui 27 22H00
Café Concerto

JOSHUA ABRAMS

Fazedor de uma música hipnótica de digestão lenta, Joshua Abrams apresenta-se no TMG em quarteto. Em 2015 foi seu um dos melhores álbuns do ano para a prestigiada revista Wire. No final da década de 90, Joshua Abrams já espalhava a sua música por várias formações de jazz ou por bandas de rock virando do avesso a cidade de Chicago. Foi nessa altura que uma viagem a Marrocos preparou o caminho para um pequeno terramoto no seu percurso musical. Contrabaixista e baixista habitual, Abrams já tinha ouvido a sonoridade do guimbri (uma espécie de alaúde-baixo de três cordas, instrumento fundamental da música gnawa), mas nunca tinha visto um exemplar à sua frente. Apaixonou-se pela sonoridade do instrumento e não mais o largou tornando a peça nuclear do projeto Natural Information Society, que Abrams fundou em 2010.
Música / 0,00€ / 60M
Mai qui 04 22H00
Café Concerto

WIM MERTENS "CRAN AUX OEUFS"

Dentro do fértil território Modern Classical, o compositor e cantor belga Wim Mertens é uma das maiores referências mundiais, um compositor que possui uma tão vasta quanto rica discografia, recheada de prémios, aplausos e distinções várias. Essa discografia prepara-se agora para ser dilatada com a edição de”Dust of Truths”, parte final de uma trilogia, “Cran aux Oeufs”. Wim Mertens, que já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior, apresenta agora um novo espetáculo que tem merecido os mais veementes aplausos nas melhores salas europeias, do norte da América no Japão e Rússia. A original técnica pianística de Mertens, feita de harmonizações e padrões melódicos minimalistas, e as suas belas vocalizações, granjearam ao compositor belga o estatuto de artista de culto, admirado tanto pelo público mais erudito como pelo público mais jovem e ligado à pop.
Música / 10,00€ / 70M
Mai sex 05 21H30
Grande Auditório

CONCERTO DIDÁTICO

Na continuidade dos concertos de demonstração de instrumentos decorridos ao longo do 3º período nas escolas do 1º ciclo, o Conservatório de Música de S. José da Guarda apresenta um concerto onde os alunos terão oportunidade de conhecer cada um dos instrumentos musicais através da história "O Segredo da Floresta" de Margarida Fonseca Santos.
Música / 0,00€ / 60M
Mai ter 16 14H30
Grande Auditório

RITA REDSHOES

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projetos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área. Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda. Em 2016, depois de "Golden Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio. O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros. Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins.
Música / 10,00€ / 75M
Mai sáb 20 21H30
Grande Auditório

VÍTOR PEREIRA QUINTETO

Esta inovadora banda liderada pelo guitarrista portuense Vítor Pereira, radicado em Londres, está na linha da frente do jazz contemporâneo Europeu. Com dois discos lançados pela editora Inglesa “F-IRE records” este quinteto tem causado sensação por toda a Europa atraindo excelentes críticas da comunidade jazzística mundial. Distinguindo-se pelo som único e energético, a sua música revela um vasto leque de influências desde riff’s de rock até ao toque minimalista da música clássica contemporânea. A força das composições e o talento de alguns dos músicos mais proeminentes do jazz português e inglês combinam-se aqui num som sedutor e original capaz de captar a atenção do ouvinte mais relutante.
Música / 0,00€ / 60M
Jun qui 01 22H00
Café Concerto

RED TRIO

O RED Trio é um dos mais inovadores grupos nacionais da atualidade. Nasceu ligado ao jazz, utiliza os elementos da improvisação, mas vai para além de categorizações simples. Este trio encarnado desenvolve uma música altamente criativa, que experimenta, descobre, dialoga. Três instrumentos clássicos - piano, contrabaixo e bateria - ganham novas cores, descobrem novas dinâmicas. Formado em 2007 e com 5 discos editados, o RED Trio já tocou nos principais palcos nacionais e europeus e em colaboração com alguns grandes músicos de jazz internacionais. Neste concerto no TMG que se aguarda com elevada expectativa, o RED Trio estará acompanhado por dois extraordinários músicos: o trompetista Axel Dörner e o vibrafonista Mattias Ståhl.
Música / 5,00€ / 70M
Jun sex 02 21H30
Pequeno Auditório

MÁRIO LAGINHA TRIO

Mário Laginha não é o homem dos sete instrumentos, porque o seu instrumento é o piano, mas o pianista gosta de navegar pelos muitos mundos sonoros que fazem o planeta música. Basta espreitar para os discos que gravou com a cantora Maria João, marcados pela linguagem do jazz, mas por onde perpassam influências que vão desde a música portuguesa e a clássica, até à pop anglo-saxónica ou às músicas brasileira e africana, para percebermos que estamos perante um músico que não gosta de ser catalogado em categorias estanques. No trio com quem gravou até agora dois discos, Mário Laginha mantém esse gosto pela mistura, pela diversidade e pelo risco. No segundo disco do Mário Laginha Trio, “Mongrel” (2010), o pianista levou ainda mais longe o desafio e o risco. O pretexto para o disco, nascido de uma encomenda do São Luiz Teatro Municipal e da Orquestra Metropolitana de Lisboa, foram obras de Chopin, uma empreitada arriscada que Laginha agarrou com uma mistura de respeito pelo grande músico polaco e de liberdade para infringir compassos, tempos e melodias, operando com isso uma transfiguração das obras originais, que passaram a ser temas que se encaixam indiscutivelmente no mundo criativo de Mário Laginha. Em 2017 será editado o terceiro trabalho discográfico do Trio.
Música / 5,00€ / 75M
Jun sáb 10 21H30
Pequeno Auditório

DAS TERRAS D'ALÉM-MAR

"A minha pátria é a língua portuguesa", escreve Fernando Pessoa. E é esse o ponto de partida deste recital que nos transporta numa viagem entre poetas e músicos de Portugal e do Brasil, de diferentes épocas, de diferentes cidades, de diferentes culturas, mas que partilham a riqueza que é a nossa língua. O barítono brasileiro Bruno Sandes e a pianista portuguesa Marta Menezes, ambos a trabalhar e estudar nos EUA, apresentam este projeto numa tournée em Portugal, partilhando a herança que lhes é comum, e levando além-mar a arte, a história e a tradição dos dois países irmãos. Marta Menezes é uma das mais promissoras pianistas da sua geração: vencedora do 1º Prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music (Londres, 2013) e do Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D'Azur "Simone Delbert-Février" (2013), Marta Menezes conta ainda com outros prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha, França e Itália.
Música / 5,00€ / 60M
Jun qua 14 21H30
Pequeno Auditório

Ó! COLECTIVO DE IMPROVISAÇÃO

Ó! é um coletivo de músicos de sensibilidades díspares que se dedica à livre improvisação. Usando linguagens aparentemente inconciliáveis, os do Ó! envolvem-se na procura de uma multiplicidade de sentidos, marcada pelo risco e pela ousadia. Ó! apresenta-se em formatos diferentes, reinventando-se em cada performance. Ó! lembra o festival de novas músicas Ó da Guarda!, que continua a ser uma referência comum.
Música / 5,00€ / 60M
Jun sex 16 21H30
Pequeno Auditório

LUÍSA SOBRAL [ESGOTADO]

Luísa Sobral é uma das mais relevantes cantoras pop da nova geração. “Luísa” é o quarto álbum de originais de Luísa Sobral, editado em 2016 e agora apresentado ao vivo. Neste disco estreitam-se a cumplicidade e os laços afetivos com quem ouve, em novas canções e letras tocantes, que a colocam num novo patamar de maturidade criativa: ainda mais segura, exigente, autêntica e espontânea. Foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Radiohead ou U2. Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de 3 Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Beck ou Madonna. Foram sobretudo os espetáculos e as participações televisivas especiais, como a que assegurou no programa de Jools Holland, na BBC, que impulsionaram o seu percurso dentro e além-fronteiras. Espanha, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Marrocos, China, Zimbabwe e África do Sul já figuram entre as suas escalas. Em 2017, Luísa Sobral volta a percorrer o país, agora com novas canções. Em palco, está em casa. E tem a amabilidade generosa de nos convidar a visitá-la. E de nos fazer sentir em casa.
Música / 10,00€ / 75M
Jun sáb 17 21H30
Grande Auditório

DAVIDE SALVADO

Davide Salvado é atualmente uma das vozes mais carismáticas de Espanha. De formação autodidata, já tem um longo percurso artístico de pesquisa de música tradicional (especialmente) da Galiza. Começou a sua carreira em 2003 em vários grupos como cantor e percussionista e colaborou com artistas consagrados como Kepa Junkera, Yo-Yo Ma e Silk Road Ensemble. A versatilidade artística de Davide Salgado leva-o a experimentar o canto tradicional, o teatro e o cabaret.
Música / 0,00€ / 70M
Jun qui 29 22H00
Café Concerto

FADO VIOLADO

Fado Violado é um original projeto musical português que cruza o Fado com o Flamenco. Teve origem em Sevilha no ano de 2008 pelas mãos da cantora Ana Pinhal e do guitarrista Francisco Almeida, e é de resto resultado de uma relação profissional que se iniciou em 2002 no grupo BoiteZuleika. Ambos portuenses, desde cedo partilharam o gosto pelas artes, particularmente pela música. O primeiro contacto de Ana Pinhal com o Cante Flamenco foi-lhe proporcionado pelo Francisco, que por esta altura já se interessara pela guitarra flamenca. Da original fusão do Fado com o Flamenco (ou vice-versa!) surgiu o grupo Fado Violado, que respeita ambos géneros mas propondo algo de novo. Este grupo já se apresentou ao vivo em Portugal, Espanha, França e Holanda.
Música / 0,00€ / 70M
Jun sex 30 22H00
Café Concerto

SWING STATION

A Swing Station, o primeiro projeto em Portugal que promove a música e as danças vintage americanas, foi fundada pela americana Abeth Farag e tem sede em Lisboa. Paralelamente à formação de alunos, de professores e de animadores, a Swing Station produz eventos, festas e festivais, nomeadamente o Atlantic Swing Festival em Lisboa (desde 2011) e o Atlantic Blues no Porto (desde 2014). No âmbito do Guarda in Jazz, a Swing Station apresenta no Café Concerto a alegria contagiante das danças tradicionais do jazz e géneros derivados (como Lindy Hop, Balboa ou Tap).
Música / 0,00€ / 60M
Jul sáb 01 22H00
Café Concerto

BRUNO PERNADAS

Bruno Pernardas, apesar da sua juventude, é um dos mais talentosos e multifacetados músicos portugueses da nova geração. Motivado pela constante procura de uma sonoridade que combina diversos estilos, timbres e relações harmónicas, este novo projeto do músico Bruno Pernardas pretende reinventar uma linguagem musical em que a estrutura possibilita a total liberdade na diversidade rítmica, emotiva e interpretativa de cada elemento do grupo. A abordagem tem como base diversos estilos, tais como, música improvisada, jazz, rock e música erudita. Na conjunção destes estilos procura-se aquilo que se assume como identitário de cada um, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas e texturais. Fazendo uso de uníssonos, contraponto, alternâncias de andamento, atonalismo, improvisação livre, improvisação estrutural, procura-se desenvolver novas formas de comunicação através de processos não convencionais da música mainstream ocidental. “Worst Summer Ever” é a visão de Bruno Pernardas de um jazz transmutado, inovador e repleto de contrastantes texturas.
Música / 0,00€ / 60M
Jul qui 06 22H00
Café Concerto

QUARTETO CONTRATEMPUS

Desde a sua origem o Quarteto Contratempus traçou, como linha de rumo, a aposta no valioso trabalho de criadores e intérpretes portugueses. Mantendo esta tradição, esta peça apresenta mais um fruto dessa aposta: uma ópera cómica (“Buffa”) do género Singspiel, em um ato. O Quarteto manteve a mesma lógica, assumindo novamente, a envolvência de todos os instrumentistas em cena, como atores, e a constante interação com o público durante o espetáculo. Nesta atual criação, o Quarteto vai um pouco mais além, incluindo elementos de um grupo de teatro amador, no elenco. “Os Dilemas Dietéticos de Uma Matrioska do Meio” é um divertido e original espetáculo musical e visual sobre uma família russa em meados do século XIX.
Música / 5,00€ / 70M
Jul sáb 08 21H30
Grande Auditório

ADIVINHO

O vinho é inspirador de muitos modos, não apenas quando resulta em canto e convívio, mas comos e descobre neste espetáculo, é ele próprio mote de variadas canções ao longo dos tempos. O Coletivo Ciranda apresenta neste “AdiVinho” composto por temas tradicionais, um percurso que se desenrola ao longo das várias fases do vinho, desde a videira ao copo. Começando nas canções de trabalho nas vinhas, passando por temas sobre as vindimas, até aos temas sobre vinho habitualmente cantados em adegas, tabernas e eventos festivos. Com arranjos elaborados, misturando timbres como se de castas se tratassem, ilustrado por vídeos contendo fotografias de arquivo alusivas ao tema, obtém-se um espetáculo que é um néctar para ver, ouvir e saborear até ao último sorvo.
Música / 0,00€ / 70M
Jul qui 13 22H00
Café Concerto

LUCA SESTAK DUO

O talentoso pianista alemão Luca Sestak tem apenas 22 anos mas já conta com 10 anos de percurso musical. Aprendeu a tocar piano aos 8 anos e desde os 11 que toca em público. Começou por aprender reportório clássico mas rapidamente se interessou pelo jazz e blues, ao ponto de ter ganho vários prémios internacionais de interpretação destes estilos, com destaque para o “Summerjazz Prize” atribuído pelo festival de Pinneberg e o “German Boogie Woogie Award”. Toca regularmente nos melhores festivais de jazz e blues da Europa e EUA, encantando o público com o seu estilo musical enérgico e festivo. Editou dois discos de originais mas Sestak também faz furor interpretando clássicos do Boogie Woogie. Ao vivo toca piano, canta e faz-se acompanhar pelo também jovem e talentoso baterista Johannes Niklas, que fornece o contraponto rítmico ao virtuosismo pianístico de Luca Sestak. O pianista alemão tornou-se num fenómeno popular na internet com 16 milhões de visionamentos dos seus vídeos no Youtube. Eis, portanto, um fecho com chave de ouro do ciclo Guarda in Jazz de um músico que se apresenta pela primeira vez em Portugal.
Música / 5,00€ / 75M
Jul sáb 15 21H30
Pequeno Auditório

JAY-JAY JOHANSON

Proveniente do jazz, em 1996, o músico sueco Jay-Jay Johanson resolveu mostrar um novo lado da sua carreira lançando um dos trabalhos que especialistas e críticos de música consideram o mais icónico e importante de toda a sua carreira – “Whiskey”. A história de "Whiskey" surge em 1994 quando Jay-Jay ouviu uma ‘promo’ de "Dummy" dos Portishead que lhe chegara por correio à redação da revista da revista de música POP, onde Johanson trabalhava à noite e aos fins-de-semana para ganhar algum dinheiro extra. Após ouvir exaustivamente aquele trabalho da banda de Beth Gibbons, o compositor sueco percebeu que era possível fazer algo com que sempre sonhara: “misturar um estilo de composição típico do jazz com batidas urbanas, herdadas do hip- hop, abrandadas de modo a que conseguisse cantar, como no jazz, por cima das mesmas”. Jay-Jay Johanson é uma espécie de “crooner” dos tempos modernos, um cantor de voz aveludada e de grande personalidade, que canta há 20 anos as desventuras amorosas com base em batidas eletrónicas envoltas numa pop sofisticada que contagiou toda uma geração. O concerto no Teatro Municipal da Guarda vai incidir, sobretudo, no álbum “Whiskey”, assinalando 20 anos da sua edição, cuja canção principal e de maior sucesso que marcou para sempre a sua carreira é “So Tell The Girls That I Am Back in Town”.
Música / 15,00€ / 60M
Out sex 13 21H30
Grande Auditório

Teatro Municipal da Guarda Municipio da Guarda
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