| SETEMBRO | ||
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SET • SÁB 6 • 21H30 • P.A. “Começar a Acabar” é um monólogo em que um homem se dirige directamente ao público para contar a sua história. A primeira frase que profere dá-nos, desde logo, o tom do discurso: “Em breve estarei morto finalmente apesar de tudo”. Enquanto espera que chegue a sua última hora, este homem recorda momentos significativos do seu passado: as relações tensas com o pai, que morreu cedo; a ligação terna à mãe, com quem nunca se conseguiu entender; uma infância passada com grande agitação interior; a maturidade decorrida sem amor (“Nunca amei ninguém acho eu, senão lembrava-me”); uma velhice vivida em solidão, sem mulher, filhos ou netos que o entretenham. Mas à medida que as memórias mais insignificantes lhe acorrem ao espírito, o homem evoca também assuntos comezinhos, de forma aparentemente aleatória… “Começar a acabar” valeu a João Lagarto o Prémio da Crítica para Melhor Actor de 2006, atribuído pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e o Globo de Ouro na mesma categoria. |
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SET 6 a OUT 4 • Foyer do G.A. “Strange Love” reflecte a vida de muitos cônjuges, nomeadamente a realidade de muitas mulheres. As relações são sustentadas de diversas maneiras, elas existem enquanto necessidade, um amor necessário. Essa necessidade assenta muitas vezes na dependência económica, na cultura, no sexo, num sonho, na possessão ou por e simplesmente na fuga à solidão. |
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SET • QUA 10 • 21H30 • P.A. “Gerado no âmbito da disciplina de Área de Projecto, e sob orientação do professor José Monteiro, “Para Sempre... Talvez não” pretende dar a conhecer diversos “obstáculos”, curiosidades, dúvidas, erros, problemas que normalmente acompanham a conturbada fase que é a adolescência. Escrito por adolescentes e para adolescentes (e não só!), este livro pretende ainda alertar o público-alvo para, por exemplo, a importância dos métodos contraceptivos. Por outro lado, foi também objectivo das seis autoras dar a conhecer ao leitor diversas perspectivas da abordagem do amor, da mais conservadora à mais liberal, bem como colocar o sexo num patamar onde não existe lugar para tabus. Será que no fim os personagens ficarão juntos para sempre? Pois... “Para sempre... talvez não”. |
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SET • SEX 12 • 21H30 • P.A. Titi traz boas notícias, a pena capital foi abolida, ele já não precisa de morrer. O Tio reúne um mandato em nome do povo e Gengis é novamente eleito para dirigir os destinos da nação. Gengis regressa com força renovada e tenta reconstruir o império. Por entre novas estratégias e dúvidas novas, somos conduzidos ao corolário do imperialismo – a obsessão para com o lucro –, à vertigem consumista do Natal, à invenção de novos negócios, a uma declaração de guerra comercial aos E.U.A, a uma viagem às Filipinas. Como única forma de combate Gengis emigra como espião e trabalha numa multinacional norte-americana no Extremo Oriente onde experimenta as vicissitudes de ser assalariado e explorado, e acaba por casar com uma nativa de tamanho ínfimo (Polegarzinho) que apesar de toda a avassaladora exploração o convence a ir para os E.U.A. No final o Tio serve-nos uma chávena de café Arco-iris© -a sua nova marca registada. Afinal aquilo que temos a fazer é seguir em frente e jogar o jogo com o nosso público... |
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SET 13 a NOV 2 • Galeria de Arte A artista plástica Maria Lino nasceu 1944 no Feital, concelho de Trancoso. Entre 1960 e 1963 frequentou o Curso Geral de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Mais tarde, de 1964 a 1969 frequentou o Curso Geral de Escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. E entre 1970 e 1977 frequentou a Escola de Superior de Belas Artes de Hamburgo (Alemanha), onde residiu até 1997, ano em que regressa a Portugal e ao Feital. Mais tarde cria o Atelier Temos Tempo através do qual dinamiza, a partir de 1995, o Simpósio Internacional de Arte do Feital. Expõe desde 1964 em colectivo e individualmente, sobretudo na Alemanha e em Portugal. |
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SET • QUI 18 • 22H00 • C.C. Quatro jovens começam a dar os primeiros passos nos caminhos teatrais explorando a voz, o corpo, o gesto, os sons, os objectos e as palavras. A partir de exercícios de treino expressivo, jogos gestuais e improvisações vão surgindo pequenas cenas e breves apontamentos em tom de humor e de absurdo inspirados em situações da vida quotidiana, do imaginário infantil e até do próprio ofício do actor. Nesta peça utilizam-se os elementos mais simples e banais: um tubo de cartão, uma caixa de papelão, uma esfregona e papel de embrulho. Estes materiais de desperdício reciclam-se e pelo poder da imaginação transformam-se magicamente em instrumentos de música, fantoches, chapéus e brinquedos originais. O estilo que caracteriza este trabalho recorre a fontes muito antigas na tradição do teatro de feira, saltimbancos e comediantes ambulantes. |
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SET • SÁB 20 • 21H30 • G.A. |
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SET • SEX 26 [4 sessões a partir das 20H45] e SÁB 27 [4 sessões a partir das 16H00] • Foyer dos AuditÓrios Numa mini tenda, um programa completo de circo, onde os actores são todos bananas. O grande mágico Bananini, primo direito de Houdini, o impressionante faquir Mahatma Semdor, Natasha Motokowzki, que atravessa de mota a cúpula do circo em cima de um arame, não esquecendo o freak show que nos vai desvendar os últimos segredos das diversas bananas do nosso planeta… No meio de tudo isto não se espante se no final o convidarem para tomar um delicioso batido. De banana, claro! Circo máximo recebeu o prémio Luc Vincent Award do Festival Internacional de Marionetas de Gent, na Bélgica, em 2006. |
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SET • SEX 26 • 22H00 • P.A. Espectáculo sem palavras, mas repleto de humor, ironia e melancolia. Trata-se de uma fábula sobre a incomunicação, que conta a história de um casal de empregados dos caminhos-de-ferro cuja existência, silenciosa e monótona, é marcada pelos horários dos comboios, numa relação de gestos repetidos. |
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SET • SÁB 27 • 21H30 • G.A. Elomar Figueira Mello é um dos mais importantes compositores brasileiros da Bahia. Elomar retira da cultura local os elementos chave do seu cancioneiro e das suas composições eruditas. Cantor, compositor e “violonista” com mais de 300 músicas gravadas em 15 discos (5 dos quais a solo e 10 com participações em discos de outros artistas), tem uma vasta obra escrita para instrumentos sinfónicos, música de câmara, solística, operística e concertante. Com o disco “Na Quadrada da Águas Perdidas” recebeu o prémio da crítica de melhor disco da década de 70, pela APCA (1980) e com “Dos Confins do Sertão” recebeu o prémio de melhor disco estrangeiro não europeu no festival Ibero-americano de 1987, na Alemanha. |
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| OUTUBRO | ||
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OUT • QUI 2 • 21H30 • P.A. A intriga é simples. Feliz por regressar a casa, e depois de muito caminhar, o soldado João Broa, adormece na fresca margem de um riacho. Quando acorda encontra a seu lado um caçador de borboletas que lhe propõe uma troca: a tosca rabeca, que o soldado traz no seu saco, por um livro cuja leitura lhe permitirá obter dinheiro, mulheres, poder, em suma o que o soldado julgava constituir a felicidade. Porém, não há livro sem senão nem leitura sem condição… |
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OUT • SÁB 4 • 21H30 • P.A. A ópera, “a obra”, é uma aproximação a um espectáculo total, combinando música, teatro e dança. Mas combina-as segundo uma convenção de base, a de a narrativa ser cantada. E essa convenção é a mais eminentemente artificial. Uma das particularidades dessa ópera a tantos títulos singular que é “Dido & Eneias” de Henry Purcell (1689) é que combina como nenhuma outra uma escala de câmara com a grande escala operática da sua exacerbação passional. Este espectáculo construiu-se, foi-se construindo, sobre a ópera de Purcell. Mas chama-se Ópera e não “Dido & Eneias”. “Dido & Eneias” era a matéria, o texto, libreto e partitura, para ser encenado e matéria a ser trabalhada, supondo a convenção própria da ópera – não a relegando para um elemento da base musical sobre a qual se constrói o movimento e a cena, as cenas, antes tornando presente essa convenção – e as possibilidades da sua escuta. |
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OUT • QUA 8 • 14H30 e 21H30 • P.A. Uma gaivota, vítima da poluição de uma maré negra, confia o seu pequeno ovo a um gato, chamado Zorbas, pedindo-lhe para cumprir três promessas: não comer o ovo; cuidar dele até nascer a gaivotinha; e, por fim, ensiná-la a voar. Zorbas pede então ajuda a três amigos (Colonello, Sabetudo e Barlavento) para tentar levar a cabo a estranha missão de cuidar da gaivotinha. Depois de passarem por muitos perigos para cumprirem as duas primeiras promessas, eles têm que recorrer a alguém muito especial para os ajudar a cumprir a terceira (ensiná-la a voar!) mas, para isso, têm que quebrar o tabu dos gatos… Texto Luís Sepúlveda Tradução Pedro Tamen Dramaturgia e encenação Pedro Carvalho e Valdemar Santos Interpretação e manipulação Anabela Nóbrega, Flávio Hamilton, Pedro Carvalho e Valdemar Santos Concepção plástica e cartaz Sandra Neves, Carlos Adolfo, Paulo Martins e Leunam Ordep Execução plástica Sandra Neves, Joana Caetano, Manuela Carneiro e Mónica Almeida Execução cenográfica José Lopes Operação técnica Ricardo Santos Direcção de cena Carina Moutinho Apoio à manipulação Eduardo R. Cunha . Tatán. (Tanxarina Títeres, Galiza) Fotografia de cena Marcos Araújo Direcção Artística Teatro Art'Imagem José Leitão Produção Teatro Art.Imagem |
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| OUT • QUI 9 • 22H00 • C.C. Orquestra de Guitarras da Guarda Em colaborAÇÃo com o ConservatÓrio de MÚsica S. JosÉ da Guarda MÚsica • 2€ [sem descontos] • 60m • m/4 Desde 2001 que tem vindo a ser desenvolvido um intenso trabalho pela Orquestra de Guitarras do CMSJG. Com a experiência acumulada e o aumento do nível dos alunos, decidiu-se constituir o Ensemble de Guitarras da Guarda, que se propõe enfrentar um reportório mais arrojado e interessante. Teremos, assim, oportunidade de ouvir neste concerto alguns exemplos deste novo reportório. Mendelssohn, Villa-Lobos e Carlos Seixas serão alguns dos compositores no programa, que nos reservará também algumas boas surpresas. |
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OUT • SEX 10 • 21H30 • P.A. O extraordinário artista australiano Joel Salom combinando circo e teatro-físico, junta-se ao fantástico duo de multi-músicos extra dotados, para apresentar uma extravagante comédia. Joel junta a sua técnica à mais alta tecnologia para nos proporcionar momentos hilariantes e de “partir o côco a rir”. Gadgets (Engenhocas) inclui o genial e surpreendente “Instrumento musical activado por malabarismo com interface digital”, sistema de som/lazer e o divertidíssimo Eric, o cão robot. Malabarista/actor Joel Salom |
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OUT • SEX 17 • 21H30 • P.A. |
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OUT • SÁB 18 • 21H30 • P.A. A vocação do PERFORMA Ensemble, formado com base nos músicos/docentes do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro mas incluindo eventualmente outros membros convidados, é, em primeiro lugar, realizar um investimento real na área da composição e da execução instrumental, através da estreia, divulgação e gravação de obras de autores portugueses, que manifestem interesse num trabalho colectivo e interactivo com os “performers”. Pretende-se assim dar lugar a um intercâmbio de ideias e realizações que permitam uma reflexão teórica, apoiada na prática instrumental e na criação. |
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OUT • QUI 23 • 21H30 • P.A. FESTIVAL Y #6 Uma lentidÃo que parece uma velocidadE de TÂnia Carvalho Co-Produção: Quarta Parede AssociaÇÃo de Artes Performativas da Covilhà e TMG MÚsica/DanÇa • 5€ [ASSINATURA DO FESTIVAL NO TMG 10€] • 45M • M/12 Li esta frase num livro de Jean Cocteau e logo me inspirou. Por implicar movimento quase visível, pelo menos para mim, e ao mesmo tempo por achá-la bastante poética. apeteceu-me logo fazer uma dança dedicada ao que esta frase me fez sentir. Sinto que sou uma coreomaníaca, e cada vez mais. Quanto mais danço, mais me apetece fazê-lo. E cada vez mais me fecho no que a dança é por si só, na sua forma abstracta. Provocadora de emoções, sentimentos, coisas que nem eu sei explicar bem porque gosto de fazer e ver. Gosto desta confusão que é de lhe sentir a essência mas de não conseguir agarra-la. De não saber muito bem porque escolho alguns movimentos, ou até porque chego a fazê-los. Esta frase fez-me pensar nisto tudo que me baralha e me encanta. Nisto tudo que disse e em tudo o que ficou por dizer. Nisto tudo que a dança é. Tânia Carvalho Coreografia e Interpretação Tânia Carvalho Música Sonata for piano kvk545 Mozart, ré (avariado) Tânia Carvalho Espaço Cénico e Luzes Daniel Lima Figurinos Aleksandar Protich Textos Patrícia Caldeira Assistência musical João Aleixo Produção Bomba Suicida Co-produção Teatro Camões |
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OUT • SÁB 25 • 21H30 • G.A. Falar do Tiago Bettencourt & Mantha não é complicado. O complicado é falar de Tiago Bettencourt sem falar nos Toranja, nas mais de 60 mil unidades vendidas dos Álbuns “Esquissos” e “Segundo”, no single “Carta”, nos discos de Ouro e Prata, nos Globos de Ouro, nas nomeações para os Prémios MTV, nos mais de 200 espectáculos realizados em pouco mais de dois anos, no fenómeno que representou e falou a voz de uma geração, na edição no Brasil, na bem sucedida digressão em terras de Vera Cruz, no Gato Fedorento e inevitavelmente numa paragem que parece não ter fim à vista. Depois do fim de Toranja a nova aventura de Tiago Bettencourt denomina-se de Tiago Bettencourt & Mantha. O álbum de estreia intitula-se “O Jardim”, e foi produzido por Howard Bilerman, que trabalhou com os Arcade Fire, no álbum “Funeral”. |
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OUT • QUI 30 • 22H00 • C.C. Trisonte Org: TMG em parceria com o OUTONALIDADES Música • 4€ • 90m • M/4 Trisonte é um projecto que ultrapassa as barreiras estilísticas onde a improvisação e a interacção entre os músicos são as únicas regras. Surgiu da simples ideia de criar um projecto musical sem baixista e explorar as diferentes sonoridades que podem surgir através dessa instrumentação e da improvisação colectiva. |
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OUT • SEX 31 • 21H30 • P.A. |
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| NOVEMBRO | ||
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NOV • SÁB 1 • 21H30 • P.A. A postura tradicional do músico em cena é um dos princípios que foi alvo de questionamento e de reconstrução nas vanguardas musicais. Para além da comunicação do gesto musical, para lá da necessária comunicação expressiva dos sons, os compositores exigem, frequentemente, aos músicos que sejam mesmo (quase) actores. No segundo concerto do ciclo Síntese, os solistas do Síntese – Grupo de Música Contemporânea farão um percurso em torno do elemento teatral na música de câmara contemporânea. |
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NOV • QUI 6 • 22H00 • C.C. |
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NOV • SÁB 8 • 21H30 • G.A. Cinco mulheres e Fernando Pessoa. Um Pessoa no feminino e de saltos altos. As palavras do poeta desafiam as delas, que se deixam perder pelas suas próprias narrativas. A poética do movimento feminino percorre a peça, misturada com o ardor colocado em cada gesto. Neste universo pessoano elas preocupam-se com o cabelo, usam saltos altos, desdenham do homem e dançam com os corpos que transpiram sensualidade. O movimento é contido, escorreito e desagua num prazer prolongado. E este espaço de sensações é apenas interrompido pela força maior do coreógrafo, de brincar com as suas criações, de as colocar a rir de si próprias. Feminine explora o imaginário pessoano, desta vez, a partir do olhar de cinco mulheres, quatro intérpretes de dança e uma actriz. Depois de Masculine, que estreou no ano passado, Paulo Ribeiro descobre um Pessoa no feminino, explorando mais uma vez as diferentes qualidades das intérpretes. A bola de futebol deu lugar aos saltos altos e a energia masculina ao belo estético, que emociona, que marca e não passa. |
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NOV • QUI 13 • 22H00 • C.C. Uxu Kalhus Org: TMG em parceria com o OUTONALIDADES MÚsica • 4€ • 90 m • M/4 Uxu Kalhus cedo revelaram a sua vocação de grupo de fusão, mesclando as influências diversas de cada um dos seus componentes para obter um resultado ímpar no panorama nacional e internacional do movimento Folk. O trabalho que o grupo desenvolveu ao longo destes anos reflecte-se no primeiro CD editado (A revolta dos badalos - 2006), onde as composições do grupo alternam com arranjos de danças Portuguesas que até hoje raramente saíram do domínio Folclórico. É assim que o Malhão, a Erva Cidreira, o Mata Aranha, o Saraquité ou o Regadinho adequirem uma dinâmica nova, fracturante com o passado, com ritmos de bateria, baixos jazísticos e arranjos com influências Afro, Ska, Rock, Drum and Bass, Hip Hop, etc. Vozes e flautas Paulo Pereira Voz e acordeão Celina Piedade Vozes e baixo eléctrico Eddy Slap Vozes e guitarras Tó Zé Bateria Luis Salgado Percussão (músico convidado) Nuno Patrício (Winga) Percussão (músico convidado) Tony Tavares |
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NOV • SEX 14 • 21H30 • P.A. No último momento do Ciclo, o Síntese apresenta três estreias absolutas. Uma obra do compositor Christopher Bochmann, numa encomenda da Câmara Municipal da Guarda, outra da autoria de Amílcar Vasques Dias, encomendada pelo TMG e a terceira de uma jovem promessa da composição, José Carlos Sousa, numa encomenda do Síntese – Grupo de Música Contemporânea. |
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NOV 15 a JAN 4 • Galeria de Arte Günter Grass nasceu em Danzigue, na Alemanha, a 16 de Outubro de 1927. Depois de uma aprendizagem como canteiro, estudou, entre 1948 e 1952, artes gráficas e escultura na Escola de Belas Artes em Düsseldorf com o professor Otto Pankok. De 1953 a 1956 frequentou os cursos de escultura de Karl Hartung nas Belas Artes de Berlim. Nesse ano, 1952, foi editado o seu primeiro livro com poemas e gravuras, “Die Vorzüge der Windhühner”. |
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NOV • SEX 21, SÁB 22 [21H30] e DOM 23 [16H00] • G.A. |
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NOV • QUA 26 • 22H00 • C.C. |
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NOV • QUI 27 • 21H30 • G.A. |
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NOV • SÁB 29 • 16H00 • G.A. Festival de MÚsica Coral da Guarda Org: Centro Cultural da Guarda E TMG Música • 2€ [SEM DESCONTOS] • 120M • M/4 O Centro Cultural da Guarda promove uma vez mais o Festival de Música Coral da cidade mais alta, que, nesta edição vai contar com as participações do Orfeão de Vila Praia de Âncora, do Coro Municipal Marquês de Pombal, do Orfeão do Centro Cultural da Guarda e do Coral de Letras da Universidade do Porto. |
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| DEZEMBRO | ||
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DEZ • QUI 4 • 22H00 • C.C. Dez jovens músicos que produzem, desenham e improvisam. Uma banda que tem por missão animar todos os palcos por onde passa. Sons imaginativos combinados com humor, compenetração e muita surpresa à mistura. La Tuna Rastafari surgiu em Morraço (Galiza) em 2005 tendo por base músicos de outras bandas locais, que tinham em comum o gosto pela música. O seu repertório de imaginativas letras e música promete pôr todo o público a dançar. |
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DEZ • SEX 5 • 14H30 [Sessão para grupos] Um bebé adormece no pequeno jardim no meio da praça. Durante o sono, um passarinho apodera-se do seu ó-ó branco e macio e leva-o para longe no céu. Quando acorda, o bebé fica triste por não encontrar o seu ó-ó. Este é o ponto de partida para um espectáculo simples, mas ao mesmo tempo poético e mágico, que leva crianças muito pequenas a uma enriquecedora experiência estética através de temas que dizem respeito ao seu próprio universo. |
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DEZ • SÁB 6 • 21H30 • G.A. «…homens como Arlindo de Carvalho já não sofrem as agruras do exílio concreto, mas continuam presos à saudade da própria terra em que vivem. E é essa saudade que tentam exprimir por música e por palavras é essa saudade que cantam – não sendo de estranhar que a toada tradicionalmente nostálgica da balada coimbrã esteja presente em cada compasso.», escreve o maestro António Vitorino d’Almeida, sobre o disco “Canções à Beira Terra”, de Arlindo de Carvalho. |
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DEZ • QUI 11 • 22H00 • C.C. Gil e Vicente – Uma Viagem de Barca ao Inferno Mau Artista Teatro • 4€ • 60M • M/12 Dois “clowns” em tropelias pela viagem que Gil Vicente propõe de Barca até ao Inferno. Um espectáculo enérgico onde o trabalho físico dos actores é determinante para o desdobramento dos personagens que nascem e morrem constantemente no actor. Uma abordagem que, apesar de cómica, pretende focar igualmente o lado trágico que a morte tem para cada um de nós. Num breve instante revemos o caminho que construímos e percebemos o destino que nos reserva a eternidade. Um jogo de adereços e luz que, agindo em consonância com a fisicalidade, formam uma base de sustentação dos texto original. O texto não sofrerá alterações, mas todos os jogos cénicos permitem uma leitura alternativa da obra, focando alguns aspectos que nem sempre são abordados no contexto da sala de aula, oferecendo uma modalidade diferente de leitura da obra. |
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DEZ • SEX 12 • 21H30 • P. A. Os jovens pianistas laureados do 1º Concurso Nacional de Piano da Cidade da Guarda, que decorreu em Maio passado, dão a conhecer ao público do TMG, neste concerto, o melhor do seu talento. |
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DEZ • SÁB 13 • 21H30 • G.A. Rui Veloso Acústico Música • 15€ • 75M • M/4 Rui Veloso, considerado por muitos o “pai” do Rock português, iniciou a carreira em 1980 com o disco“Ar de Rock”. Desde então, não mais parou. A sua carreira musical de mais de 25 anos, lado a lado com o letrista e compositor Carlos Tê, está recheada de sucessos e de temas incontornáveis na música portuguesa como “Chico Fininho”, “Lado Lunar”, “Todo o tempo do mundo” ou “A rapariguinha do Shopping”. O mais recente disco de originais, o décimo terceiro da carreira de Rui Veloso, intitula-se “A espuma das canções”. Voz, Guitarras e harmónica Rui Veloso Baixo e voz Zé Nabo GuitarrA Miguel Mascarenhas Voz e Guitarra Berg Voz e Guitarra Paulo Ramos Bateria Carlos Miguel |
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DEZ • QUI 18 • 22H00 • C.C. |
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| A PAREDE [Café Concerto] | ||
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SET • 9 a 27 • Exposição • Entrada Livre |
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OUT • 7 a 26 • Exposição • Entrada Livre CortegaÇa de SÉrgio Gamelas Fotografias da Praia da Cortegaça. «Micro paisagens transformadas, fruto de um acaso», da autoria de Sérgio Gamelas, arquitecto. |
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NOV • 4 a 23 • ExposiÇÂo • Entrada Livre MÁs caras e outras carantonhas de Delphim Miranda Por essas e por outras, é que a algumas destas não lhes “desenhei” as bocas… Às minhas primeiras (?) Máscaras, ou “Más Caras”, como lhes chamei na altura, “engraxei-as”, tentando com essa técnica de acabamento, torná-las naquilo que não eram, feitas de couro: eram máscaras mascaradas, disfarçadas… Mais recentemente, sem disfarces, suspendi algumas, para que o meu grande amigo João Maria André, filósofo de profissão, poeta de coração dissertasse a partir delas. Foi a exposição “Rostos Suspensos”, que corre o País. Porquê as máscaras (?): para além das solicitações para o Teatro, para as minhas Marionetas, é a preparação frente aos espelhos, das máscaras diárias que transporto sempre comigo, para enfrentar o que nos rodeia?... Não é mais que suficiente?... Delphim Miranda |
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DEZ • 2 a 21 • INTERVENÇÃO • Entrada Livre Where were you in… de JosÉ Vieira Uma agência de viagens para artistas? Uma agência promotora de concertos? Não, é mais um projecto artístico do Artista Desconhecido. Desta vez como uma agência virtual de viagens... a concertos. Na ideia de viagem desprende-se um espaço de memória. Memória pessoal, arrebatada da experiência pessoal vivida, e memória colectiva na visita a locais de culto, museus, espaços patrimoniais ou, porque não, concertos. José Vieira nasceu em 1962, na Guarda, Portugal. Vive e trabalha em Coimbra. Licenciou-se em Pintura pela ARCA-EUAC. Mestrado em Comunicação Estética pela Escola Universitária das Artes de Coimbra (em fase de defesa de dissertação sobre Autoria na Arte Digital). |
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